vendredi 16 novembre 2012

Profession de foi de l'abbé Jahir Britto en portugais et en anglais (supérieur d'un monastère au Brésil)




PÚBLICA PROFISSÃO DE FÉ E RESISTÊNCIA CATÓLICA DA FAMILIA BEATAE MARIAE VIRGINIS

Abbé Jahir Britto
(traduction en anglais à la fin du texte)

L'abbé Jahir soutient Mgr Williamson et appelle les prêtres anti-accord de la Fraternité à se manifester publiquement. Vous pouvez mettre le texte dans google traduction. Je n'ai malheureusement pas le temps de le traduire. Si quelqu'un veut le faire, il est bienvenu !

Blason du monastère






Aos que guardam e, mercê de Deus, querem continuar guardando a integridade do Sagrado Depósito da Fé Católica Apostólica e Romana, Pax Christi in Regno Christi:

Eis que Sua Excelência Reverendíssima o senhor Monsenhor Richard Williamson, o impávido e sereno guerreiro da Fé, um dos Bispos deixados pelo heróico sangue de Mons. Marcel Lefebvre para continuar seu profícuo trabalho em defesa da vitalidade da Fé e da Santidade na Igreja, digo, este admirável Mons. Richard Williamson, foi expulso da Fraternidade São Pio X pela ainda acatada Direção Suprema da entidade, isto é, por Mons. Bernard Fellay e seu Conselho.

Logo após a citada punição, chegamos ao conhecimento da serena, firme, justa e caridosa resposta que a isso deu o admirável Prelado injustiçado.

O acontecimento faz recordar outro semelhante. Conta-se que, ao tomar conhecimento do ato declaratório de sua excomunhão, levado a efeito pelas Autoridades Romanas do tempo do infeliz reinado de João Paulo II, Sua Ex.cia Revma. o Senhor Mons. Marcel Lefebvre teria, com justeza, declarado que o ato nada significava, já que ele nunca pertencera à Igreja Modernista, nascida do Vaticano II. Era ser expulso de uma entidade da qual nunca fizera parte.

A mesma coisa, com toda propriedade, declarou o nosso injustiçado e ilustre Prelado, na carta aberta que publicou em reposta ao infeliz decreto de expulsão que recebeu de Mons. Fellay: ..."esta expulsão será mais aparente que real. Eu sou membro da Fraternidade de Mons. Lefebvre desde o meu compromisso de incorporação a ela até a perpetuidade. Eu sou um de seus sacerdotes há 36 anos. Como vós, eu sou um de seus Bispos, já há quase um quarto de século. Isso não se risca com uma canetada e, portanto, eu continuo sendo membro da Fraternidade."

"Se vós tivésseis permanecido fiel à herança dele e tivesse eu sido comprovadamente infiel, eu reconheceria perfeitamente vosso direito de me expulsar. Mas como as coisas estão ocorrendo diversamente, espero não faltar ao respeito para com vossa função, se sugiro, para a glória de Deus, para a salvação das almas, para a paz interna da Fraternidade e para vossa própria salvação eterna, que faríeis melhor em demitir-vos a vós mesmo da dignidade de Superior Geral do que me expulsar. Que o Bom Deus vos conceda a Graça, a Luz e as forças necessárias para executar um ato deste de insigne humildade e devotamento ao bem comum de todos, E agora, como muitas vezes terminei as cartas que vos tenho enviado, desde anos, Dominus tecum."

Assim, de modo comovente, repleto de fé e caridade o admirável Mons. Williamson, o denegrido, o "marcado", como outros têm a coragem de dizer, termina o católico monumento de sua admirável carta aberta em resposta ao infeliz Mons. Fellay.

É assim que misteriosamente mas evidentemente o Bom Deus transfere o cetro da Verdade das mãos de Mons. Lefebvre para as de Mons. Richard Williamson, Eis que a Inglaterra, que no século XVI, com Henrique VIII, traiu sua Mãe, a Santa Igreja, por outro inglês, desagrava a mesma Mãe, Deus seja bendito.

Diante do universal estrago com que o Catolicismo Liberal vem devastando a Igreja a começar de sua Hierarquia central, Mons. Williamson continua firmemente fiel ao sagrado legado de seu Fundador Mons. Lefebvre.

O senhor Bispo continua seguindo a última determinação de Mons. Lefebvre de não aceitar qualquer tipo de acordo prático com as autoridades romanas, enquanto elas não repudiarem os erros que vêm professando e se declararem em perfeita comunhão com as condenações e advertências doutrinárias pronunciadas pelos últimos Papas anteriores a João XXIII, isto é, de Gregório XVI a Pio XII.

A constante traição, levada a efeito pela Direção Suprema da Fraternidade São Pio X, nos últimos 12 anos e agora posta plenamente a descoberto em nível mundial para amigos e inimigos, e que tem, na publicação da carta de resposta de Mons. Fellay aos três outros Bispos que Mons. Lefebvre consagrou, datada de abril deste catastrófico ano de 2012, em seu texto, de importância máxima, revela o ânimo revolucionário da atual chefia da antiga Fraternidade São Pio X. O mais trágico de tudo isso é o modo com que as coisas estão sendo conduzidas, escapulindo da iminência da assinatura de um acordo prático em junho último "porque Roma não tolera mais" (D. Fellay), acordo esse à revelia das recomendações do Capítulo de 2006, celebrado pela Fraternidade, e indo em direção a uma nova tática bem mais eficiente de envenenamento ou entorpecimento geral. Assim, em vez de um acordo apressado, que acabaria dividindo a Fraternidade em duas porções distintas e opostas uma à outra, passaram através de uma mudança de aparência na cara da Direção, para um esforço que infelizmente está sendo muito bem sucedido, a conseguir acalmar os descontentes, conduzindo-os mais suavemente para rotas liberais ou semi-liberais.

Contra o que seria de esperar (mistério!), os outros principais e conspícuos líderes da Resistência Católica dentro da Fraternidade, ela que era o Carro-Chefe da vitalidade católica, num todo, contra o Maligno, esses grandes líderes mostram-se tranquilos, aceitando uma convivência com os novos inimigos, já insofismavelmente desmascarados. Também aqui e ali grupos amigos, que já têm uma gloriosa folha de serviços em favor da Verdade, talvez por causa de interesses menores ainda que não destituídos de valor, vão deixando as armas, o que provoca incontestável risco de envenenamento, ao menos muito lento, além da gravidade da omissão. Proh dolor! É quase desesperador ver Bispos admiráveis calados, ou inoperantes ante o crescente sucesso da invasão interna do inimigo, pregando obediência a um chefe traiçoeiro, refinadamente astuto, que deveria ter sido alijado do poder com seus auxiliares, por um Capítulo sadio. E isso quando todos nós já aprendemos suficientemente que a obediência tem como fundamento a Santa Vontade de Deus e isso é tão duramente real, que já há muitos anos estamos, por causa dos direitos supremos de Deus, manifestados na Sagrada Tradição, desobedecendo até a ordens do Papa, detentor na Terra do supremo Poder, e não percebemos que, se podemos ser forçados a desobedecer ao Papa, por nós inamovível, como não se pode desobedecer ao superior de uma congregação perfeitamente removível, em caso de verdadeira necessidade?

O Capítulo de julho de 2012 teve a covardia de aprovar a ausência de Mons. Williamson e trocar a orientação do Santo Fundador, ao admitir a possibilidade de novas condições para um acordo com a Roma Modernista em vez de permanecer fiel à única condição aceitável e por Mons. Lefebvre determinada, que é a conversão da Roma M odernista à integridade bimilenar da profissão de fé na plenitude da ortodoxia católica, isto é, a Sagrada Tradição.

A desmoralização em que caiu a Fraternidade, sobretudo depois do vergonhoso pacifismo com que têm se comportado grandes figuras da até então mundialmente respeitada entidade, ante as manobras, muitas delas nada veladas, do chefe e de seus mais íntimos apoiadores, levou a situação a tal estado, que mesmo que substituam D. Fellay por qualquer outro, a confiança, esse belo vaso de cristal sem fissuras, não se recuperará. Somente o surgimento de uma Reforma como no passado uma Santa Teresa fez no Carmelo, poderá começar lentamente a levantar a desmoronada obra-prima de Mons. Lefebvre.

Não posso terminar sem cumprir a grave obrigação de fazer um apelo aos padres fiéis porém medrosos que falaram e ainda estão falando anonimamente, muitas vezes com admirável acerto, contra a realização desta tragédia que caiu sobre os tradicionalistas católicos, particularmente sobre a Fraternidade São Pio X. Perdão, Revmos Senhores Sacerdotes, mas os senhores darão severas contas a Deus de vossa covardia e omissão. Esperar os chefes retardatários? Mas como não tomar a inciativa se o incêndio se alastra, sobretudo com o atual processo de erosão que só tem conseguido destruir ou imobilizar as resistências e energias? Medo de castigo? Os senhores são filhos dos mártires! Acordem! Levantem-se, nem que seja para morrerem pela Fé.

De qualquer forma quero também cumprir aqui o grave dever da gratidão. Em nome da nossa pequena comunidade; das almas fiéis à Sagrada Tradição Católica; em nome da Igreja e do mundo, eu quero proclamar, o mais alto que posso a profunda gratidão a Mons. Marcel Lefebvre, a seus sábios, castos, virtuosos e zelosos sacerdotes, por sua preciosa contribuição em favor do Reinado de Nosso Senhor Jesus Cristo, e em favor da verdade. Como esquecer as visitas episcopais, as ordenações, as confirmações, o bem que fazia, ver ainda existindo, figuras admiráveis de verdadeiros Bispos católicos, os Seminários, os preciosos e sólidos livros e revistas e particularmente para nós, os menores, a obtenção fácil de intenções de missas que os generosos fiéis encomendavam, enfim, todo o imenso bem que a obra do grande Arcebispo espalhava, impossível de ser exaustivamente aqui catalogada nem esquecida.

Mons. Williamson, que evidentemente quer se salvar, não vai poder ficar omisso perante o sinal que lhe deu o Senhor da Fé com sua expulsão.

E eu espero ardentemente que todos aqueles que não dobraram os joelhos diante de Baal, adiram firmemente a ele, pois é um BISPO. Pode haver Igreja sem BISPO? Tempos duros estes nossos, mas em que o Bom Deus suscita um Bispo para conservar a Igreja. E quando, algumas dezenas de anos depois, sua obra de desmorona, o Bom Deus tem por bem, em sua admirável Providência, suscitar outro para o incansável trabalho de recomeçar, do mesmo modo como faz o indivíduo lutando contra suas próprias misérias. Nunca desanimar. Recomeçar, recomeçar, recomeçar.

Que o Imaculado Coração receba de nós, cada vez mais vezes os 15 mistérios do Santo Rosário, para nos conduzir com segurança ao Coração de Seu Filho.



Declaro diante de Deus, que há de me julgar, que esta pública profissão de fé, de resistência católica e repúdio à Revolução é aqui feita em meu nome e de cada um dos membros da Familia Beatae Mariae Virginis, nossa pequena comunidade.

Do mosteiro de Nossa Senhora da Fé e Rosário, Candeias, Brasil, aos 14 de novembro de 2012, memória do Martírio de São Serapião, religioso mercedário, glorioso mártir inglês da Fé Católica.

Padre Jahir Britto de Souza e Irmãos.

This a very rough google translation from the Portuguese, but it is clear that this Brazilian monastery strongly supports Bishop Williamson:


PUBLIC PROFESSION OF FAITH AND STRENGTH OF CATHOLIC FAMILY Virginis Mariae BEATAE

At that store, and the mercy of God, they want to continue keeping the integrity of the Sacred Deposit of Faith and Roman Catholic, Pax Christi in Regno Christi:

Behold, His Excellency Mr. Bishop Richard Williamson, the serene and fearless warrior of the Faith, one of the Bishops left by the heroic blood of Mons. Marcel Lefebvre to continue his prolific work in defense of the vitality of Faith and Holiness in the Church, I say, this admirable Mons. Richard Williamson, was expelled from the SSPX still heeded by the Supreme Director of the entity, ie, by Msgr. Bernard Fellay and his Council.

Shortly after the aforementioned punishment, we come to know the quiet, firm, fair and compassionate response that it gave admirable prelate wronged.

The event recalls similar. It is said that, upon learning of his excommunication declaratory act, carried out by the authorities of the Roman time the unhappy reign of John Paul II, His Excellency Revma. the Lord Bishop. Marcel Lefebvre would have rightly declared that the act meant nothing, because he never belonged to the Modernist Church, born of Vatican II. He was expelled from an entity which never had been part.

Same thing with all property declared wronged and our illustrious prelate, who published the open letter in response to the unfortunate expulsion decree he received from Mons. Fellay: ... "this expulsion will be more apparent than real. I'ma member of the Fraternity of Mons. Lefebvre from my commitment to embedding it in perpetuity. I'ma of their priests for 36 years. Like you, I am one of their bishops, for nearly a quarter century. This does not scratch with a stroke of the pen, so I'm still a member of the Brotherhood. "

"If you'd stayed true to his heritage and I had been proven untrue, I perfectly recognize your right to expel me. But as things are happening differently, I hope no disrespect towards your function, if I suggest, to the glory of God for the salvation of souls, for the internal peace of the Fraternity and your own eternal salvation, which you would do best to resign yourself to yourself the dignity of the Superior General to expel me. May the Good Lord grant you grace, Light and the forces required to perform an act of this outstanding humility and devotion to the common good of all, and now, as often finished the letters that I have sent from years Dominus Tecum. "

So, so touching, full of faith and charity admirable Mons. Williamson, denigrated the "marked" as others have the courage to say, ends the Catholic monument of his admirable open letter in response to the unfortunate Mons. Fellay.

It is so mysteriously but evidently the Good Lord transfers the scepter of Truth from the hands of Mons. Lefebvre for Mons. Richard Williamson, Behold England, which in the sixteenth century, with Henry VIII, betrayed his mother, the Holy Church, by another Englishman, reparation the same Mother, God be blessed.

Given the universal havoc with the Liberal Catholicism is devastating the Church to start their central hierarchy, Mons. Williamson remains firmly faithful to the sacred legacy of their founder Msgr. Lefebvre.

The bishop continues following the last determination of Mons. Lefebvre not to accept any kind of practical agreement with the Roman authorities, while they do not repudiate the errors that come professing and declaring themselves in perfect communion with the doctrinal condemnations and warnings pronounced by recent popes before John XXIII, that is, of Gregory XVI Pius XII.

The constant betrayal carried out by the Supreme Director of the Fraternity of St. Pius X in the last 12 years and now fully laid bare for the world to friends and enemies, and that has, in the publication of the letter of response from Msgr. Fellay to three other bishops who Mons. Lefebvre consecrated, dated April this catastrophic year 2012, in his text, paramount, reveals the revolutionary spirit of the current leadership of the former Society of St. Pius X. Most tragic of all is the way that things are being conducted, slipping the verge of signing an agreement in June last practical "because Rome no longer tolerates" (Fellay), according to this disregard of the recommendations of Chapter 2006, signed by the Brotherhood, and moving toward a new tactic much more efficient poisoning or general numbness. So instead of a hasty agreement that would divide the Society into two distinct portions and opposite one another, passed through a change in the appearance of face direction, for an effort that unfortunately is being very successful in achieving calm discontent, leading them to more smoothly routes liberal or semi-liberal.

Against what would be expected (mistério!), the other major and conspicuous Resistance leaders within the Catholic fraternity that she was the Head of Car-Catholic vitality, as a whole, against the Evil One, these great leaders show up quiet accepting a coexistence with new enemies, unmistakably already unmasked. Also here and there groups friends, who already have a glorious record of service on behalf of Truth, perhaps because of lower interest though not devoid of value, are leaving their weapons, causing undeniable risk of poisoning, at least very slow , and the severity of failure. Proh dolor! It's almost despairing view Bishops admirable silent or dead before the growing success of the invasion of the internal enemy, preaching obedience to a tricky boss, exquisitely artful, that should have been jettisoned power with his aides for a healthy chapter. And this when we have all learned enough that obedience is based on the Holy Will of God, and this is as real hard, that for many years we are because of the supreme rights of God, manifested in Sacred Tradition, disobeying orders to Pope, holder of supreme power on Earth, and not realize that, if we may be forced to disobey the Pope, nonremovable for us, as we can not disobey the top of a congregation fully removable, in case of real need?

Chapter July 2012 had the cowardice to approve the absence of Mons. Williamson and change the direction of the Holy Founder, to admit the possibility of new conditions for an agreement with Modernist Rome instead of staying true to one acceptable condition and Mons. Lefebvre determined, which is the conversion of Rome two thousand year old M odernista integrity of the profession of faith in the fullness of Catholic orthodoxy, ie the Sacred Tradition.

The demoralization that fell in the Brotherhood, especially after the disgraceful pacifism who have behaved with great figures of hitherto globally respected entity, against the maneuvers, many of them veiled nothing, the chief and his closest supporters, led to such a situation state, even to replace D. Fellay any other, trust, this beautiful crystal vase with no cracks, not recover. Only the emergence of a reform in the past as a Santa Teresa did on Carmelo, you can start to slowly raise the crumbling masterpiece of Mons. Lefebvre.

I can not end without fulfilling the obligation to make a serious appeal to faithful priests who spoke and fearful but are still speaking anonymously, often with admirable accuracy against the realization of the tragedy that befell the traditionalist Catholics, particularly on the SSPX . Pardon me, gentlemen Revmos priests, but the gentlemen will give an account to God of severe your cowardice and failure. Expect heads laggards? But how not to take the initiative if the fire spreads, especially with the current erosion process that has only managed to destroy or immobilize resistance and energy? Fear of punishment? The Lords are the children of the martyrs! Wake up! Stand up, even if it's to die for the Faith

Anyway here I also want to meet the serious duty of gratitude. On behalf of our small community, faithful to the Holy Souls Catholic Tradition, on behalf of the Church and the world, I want to proclaim as loudly as I can the profound gratitude to Msgr. Marcel Lefebvre, in his wise, chaste, virtuous and zealous priests, for their valuable contribution in favor of the Reign of Our Lord Jesus Christ, and for the truth. How can we forget the visits episcopal ordinations, confirmations, well he did, still do exist, admirable figures of true Catholic bishops, seminaries, and solid precious books and magazines and particularly for us, minors, getting easy Mass intentions for the generous faithful commissioned, finally, all the immense good that the work of the great Archbishop spread, impossible to exhaustively cataloged here nor forgotten.

Mons. Williamson, who clearly want to save, you will not be able to stay silent before the sign that the Lord gave him the Faith with their expulsion.

And I fervently hope that all those who have not bowed the knee to Baal, firmly adhere to it because it is a BISHOP. There can be no Church BISHOP? These our hard times, but that the Good Lord raises a bishop to save the Church. And when, a few dozen years later, his work collapses, the Good Lord is right, in his admirable providence, another raise for the tireless work again, just as does the individual struggling with their own miseries. Never get discouraged. Start over, start over, start over.

May the Immaculate Heart of us get increasingly times the 15 mysteries of the Rosary, to lead us safely to the Heart of Your Son.


I declare before God, who will judge me, that this public profession of faith and repudiation of Catholic resistance to the Revolution is here done in my name and each member of Mariae Virginis Beatae Familia, our small community.

The monastery of Our Lady of the Rosary and Faith, Candeias, Brazil, on November 14, 2012, memory of the Martyrdom of St. Serapion, religious Mercedarian, glorious martyr of the English Catholic Faith.

Father de Souza Britto Jahir and Irmãos.FBMV